jairo se vc entrar como eu espero,a nossa poesia é a de baixo,mas acho que você lembra dela claro.
conversando com meu amigo fábio,ele me perguntou,
todo amor é amor próprio?
bom,vou pensar bastante sobre isso,posso escrever amanhã e nunca escrever.
mas em nossa conversa,
me dei conta que há amores que sim,e há amores que não
e escrevi:
Há amores que sim
Há amores que não
Há os amores que se sentem
Há os amores que se vão
Há os que ficam
E há os que estão
Nessa constante
[dês]motivação
De viver
Há quem viva pra sim,
Há quem viva pra não
Há quem viva e sinta,
Há quem sinta em tudo amores
Há quem sinta apenas solidão
Pois os que são de tudo amores,
Não são
Pois não há tantos amores
Sem uma grande dose de ilusão
E não há amor que seja sim
Sem dizer não
E não há não sem que assim seja
Pois se os amores excessivos
Constituem uma ilusão
E não há um sim que não
Me digo que
Não há amores que sim,
E não amores que não,
Isso seria paixão,
Pois o verdadeiro amor,é sim e não.
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
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3 comentários:
que lindo! mt bom mesmo..
e que saudade de vc!
=*******
Acho que é esse o problema do poeta. Tem que sentir demasiado pra ver o que ninguém mais vê, ficou ótimo muito bom mesmo demais da conta.
Parece música, a repetição é característica do gênero lírico, deve ser trabalhado com cuidado. A direção é esta!
Todos os dias é um vai e vem
A vida se repete na estação
Tem gente que chega pra ficar
Tem gente que vai pra nunca mais
Tem gente que vem e quer voltar
Tem gente que vai e quer ficar
Tem gente que veio só olhar
Tem gente a sorrir e a chorar
[Milton Nascimento e Fernando Brant]
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